Não uso muito assistir a CWB TV, "emissora" curitibana. Mas, ontem, lavando louças, acabei por dar de cara, depois do programa da Cartomante, com o programa da Seicho-no-ie Brasil.
Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de ver o programa ou ouvir os ensinamentos deste modo de viver. Mas os fatos versam, pelo que entendi, mas ou menos na ideia de que somos perfeitos por essência e que tudo que não for perfeito, e manifeste-se em nós ou ao nosso redor, é fruto de algum pensamento desarmonioso.
Loucuras, doidices e esquisitices a parte - não que eu discorde, mas não vou dar corda, agora - gostei de um dos pontos falados: a materialização do bem. A visualização do que é bom, do que reluz "Jesus", a Paz, Deus e o Divino.
Masaharu Taniguchi, disse o palestrante da TV, indica em um dos seus livros anotar as dádivas de luz diárias, ou atos divinos que você presencie em prol do próximo ou, melhor, realizado por este.
Assim, ao ver alguém abaixando-se para recolher um lixo jogado ao léu na rua e destinando-o a lixeira: anotar em um caderninho; ao observar um ser ajudando outro a atravessar a rua: anotar o caderninho; ao observar o desabrochar de uma rosa em um jardim qualquer: anotar o fato no caderninho.
Com essa prática, afirma o palestrante, iniciamos um voltar da mente para o positivo e belo da vida... e assim, nossos pensamentos voltam-se para aquilo que é bom e gostoso; boas energias são incorporadas e o ciclo do puro e divino atinge o nosso ser.
Bonito isso... interessante prática a se fazer. Olhar o belo, admirar o que é bom. Isso há de trazer a riqueza para as nossas vidas.
Então, caderninhos à mão, é hora de tentar...
Todo esse relato recaiu em um pensamento que tive há algum tempo, criar um post para sempre complementar com as Boas Ações que faço no dia. Sim, para evidenciar o que é belo e necessário pelo próximo. Até, pela prática direcionada para a constância. Isso mesmo, pois um dia prometi "fazer diariamente uma Boa Ação".
Mas, prestem atenção, é importante não confundir Boa Ação com Obrigação.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Em uma sessão de fisioterapia, versando sobre saúde...
O dia em que os gordinhos resolverem se rebelar, os magrinhos estão fod$#*!?, cara!
[by Gabi Mazzi]
[by Gabi Mazzi]
segunda-feira, 13 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Olhos no olhos...
Um dia serei mãe e saberei. Mas, fico questionando-me se a atitude que temos com os nossos filhos realmente corresponde àquela mais assertiva e necessária.
Hoje fui fazer cotação em algumas farmácias, duas, para lhes dizer a verdade. E, ao finalizar minhas compras, dirigindo-me ao caixa, veramente reparei no filho de uma moça que se encontrava extremamente agitado. Ele tinha a real intenção de se desvincilhar e fugir. Ela se incomodava tanto com ele! Olhava-o de cima, questionando-o e quando o mesmo fez menção de se desgarrar... agarrou-o pelo casaco e disse, firmemente, "fique aqui!". Mas, o filho relutava.
Então, em um impulso, abaixei-me, agachei-me e olhei para aquele serzinho furioso e perguntei: "mas, porque é que você está tão brabo?". Então, das poucas palavras balbuciadas que entendi daquele pequenino ser... internalizei "... e ela briga comigo". Em seguida, olhei-o bem nos olhos e disse, com carinho, "mas, a mamãe não está brigando com você... é que ficar longe da mamãe é perigoso... e ela quer que você fique bem pertinho. Então, tem que ficar bem pertinho da mãe, tá?". E, assim, ele se acalmou, olhou para mim e disse "tá"...
A cabeça daquela mãe balançava em um sentido que me pareceu: "é, aos outros ele atende" ou qualquer outra coisa como "parece fácil".
Na realidade fiquei com vontade extrema de olhar para ela e dizer: "é, santo de casa não faz milagre!". Contudo, controlei-me para não insistir a proferir esta infame frase e infame conceito, que tanto são dissipados.
Talvez, o que falte a nós, como mães e pais, é desacomodarmo-nos do padrão adquirido do santo... e dar a mão à palmatória de que se agachar ao nível dos nossos filhos e ouví-los, realmente, não é nada feio. É, sim, preciso e produtivo.
No final ficou o carinho do menino... que, ao sair da farmácia pelo corredor dos caixas, olhou para mim e disse: "Tau".
[maiora escrita na presença de uma linda jovem com a qual dividi a mesa no shopping para o almoço. ela se foi e depois que almocei terminei o texto. O som da massa falando aqui é uniforme. portanto, permite desligar-me e mergulhar em meu eu interior.]
Hoje fui fazer cotação em algumas farmácias, duas, para lhes dizer a verdade. E, ao finalizar minhas compras, dirigindo-me ao caixa, veramente reparei no filho de uma moça que se encontrava extremamente agitado. Ele tinha a real intenção de se desvincilhar e fugir. Ela se incomodava tanto com ele! Olhava-o de cima, questionando-o e quando o mesmo fez menção de se desgarrar... agarrou-o pelo casaco e disse, firmemente, "fique aqui!". Mas, o filho relutava.
Então, em um impulso, abaixei-me, agachei-me e olhei para aquele serzinho furioso e perguntei: "mas, porque é que você está tão brabo?". Então, das poucas palavras balbuciadas que entendi daquele pequenino ser... internalizei "... e ela briga comigo". Em seguida, olhei-o bem nos olhos e disse, com carinho, "mas, a mamãe não está brigando com você... é que ficar longe da mamãe é perigoso... e ela quer que você fique bem pertinho. Então, tem que ficar bem pertinho da mãe, tá?". E, assim, ele se acalmou, olhou para mim e disse "tá"...
A cabeça daquela mãe balançava em um sentido que me pareceu: "é, aos outros ele atende" ou qualquer outra coisa como "parece fácil".
Na realidade fiquei com vontade extrema de olhar para ela e dizer: "é, santo de casa não faz milagre!". Contudo, controlei-me para não insistir a proferir esta infame frase e infame conceito, que tanto são dissipados.
Talvez, o que falte a nós, como mães e pais, é desacomodarmo-nos do padrão adquirido do santo... e dar a mão à palmatória de que se agachar ao nível dos nossos filhos e ouví-los, realmente, não é nada feio. É, sim, preciso e produtivo.
No final ficou o carinho do menino... que, ao sair da farmácia pelo corredor dos caixas, olhou para mim e disse: "Tau".
[maiora escrita na presença de uma linda jovem com a qual dividi a mesa no shopping para o almoço. ela se foi e depois que almocei terminei o texto. O som da massa falando aqui é uniforme. portanto, permite desligar-me e mergulhar em meu eu interior.]
quarta-feira, 1 de julho de 2009
As estrelas...
Quando miro as estrelas, lembro de ti.
Creio que é o certo ponto da memória latente que te fez criar-se em mim.
Aquele momento no qual se fez estática a nossa imagem, ali, aqui, dentro do exato ponto que se foi.
Ali, pontual, neural loucura de avanço espacial.
Na grama futura com os filhos, correndo, rindo, loiros e morenos... e os cachinhos com olhos azuis.
Você me prendeu ali e agora, neste ponto exato em que estou, não estou. Pois, fiquei.
Que faço eu com a vida que já criei interna e serenamente com o passar dos minutos?
Não me deixe ir sem motivos ou sem razão.
Livre-me do livro, leia-me, dispa-me de mim....
Vista-se de mim. Mas não me deixe nua, sem ti, aqui.
Espaço neural de avanço no tempo que me faz retroceder a todos os pequenos, poucos e singelos momentos que tive contigo.
Ah, como é duro este espaço-tempo o qual não acontece!
Onde estou? E porque você aos meus olhos?
Tanto, tantos por aí!
E você veio e se fez em meu ser.
Ali, único, momento sereno, nuvem fugaz, olhos que escapam de mim...
Mãos que não me alcançam mais, por opção.
Mas, realmente, sabe ti o que sinto por e somente por ti?
Esse ser que me completa sem querer... sem, ao menos saber que você está aqui.
Dentro, sereno e completo.
Por favor, revolva-se ou me deixe.
E ponha um ponto final neste rondar.
AR!
AH!
[Respiro fundo].
Agora, enfim, já posso gritar.
[ao som de Gravity - Sara Bareilles - cover por Cathyn]
Creio que é o certo ponto da memória latente que te fez criar-se em mim.
Aquele momento no qual se fez estática a nossa imagem, ali, aqui, dentro do exato ponto que se foi.
Ali, pontual, neural loucura de avanço espacial.
Na grama futura com os filhos, correndo, rindo, loiros e morenos... e os cachinhos com olhos azuis.
Você me prendeu ali e agora, neste ponto exato em que estou, não estou. Pois, fiquei.
Que faço eu com a vida que já criei interna e serenamente com o passar dos minutos?
Não me deixe ir sem motivos ou sem razão.
Livre-me do livro, leia-me, dispa-me de mim....
Vista-se de mim. Mas não me deixe nua, sem ti, aqui.
Espaço neural de avanço no tempo que me faz retroceder a todos os pequenos, poucos e singelos momentos que tive contigo.
Ah, como é duro este espaço-tempo o qual não acontece!
Onde estou? E porque você aos meus olhos?
Tanto, tantos por aí!
E você veio e se fez em meu ser.
Ali, único, momento sereno, nuvem fugaz, olhos que escapam de mim...
Mãos que não me alcançam mais, por opção.
Mas, realmente, sabe ti o que sinto por e somente por ti?
Esse ser que me completa sem querer... sem, ao menos saber que você está aqui.
Dentro, sereno e completo.
Por favor, revolva-se ou me deixe.
E ponha um ponto final neste rondar.
AR!
AH!
[Respiro fundo].
Agora, enfim, já posso gritar.
[ao som de Gravity - Sara Bareilles - cover por Cathyn]
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