sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Ah, o conforto!
sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral, sensorial de maneira geral
HOMENAGEM À ÚNICA EXPRESSÃO - QUE FICOU NA MEMÓRIA - DE UM TEXTO QUE EU LEVEI 1 HORA E MEIA PARA ESCREVER E QUE... PUFT... SUMIU!!!
HOMENAGEM À ÚNICA EXPRESSÃO - QUE FICOU NA MEMÓRIA - DE UM TEXTO QUE EU LEVEI 1 HORA E MEIA PARA ESCREVER E QUE... PUFT... SUMIU!!!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Romantizar: difuso transtorno obssessivo compulsivo
Romantizar. De repente tudo se apaga. E isto ocorre por inúmeros momentos no dia. Meus momentos de romantizar a cada passo. Você inexiste. Na realidade percorre o mundo dos mortais, mas não sabe que percorre a minha mente. Pervertida mente que insiste em romantizar o imaginário. Romantizo desde o seu silêncio à presença de sua ausência. Desde as palavras não ditas, ao ínfimo tilintar de meus pensamentos os quais me invadem e me fazem arrepiar em determinados momentos. Instinto que pode ser definido como arte de se amar. Nos não raros momentos que pisco lá está você na minha escuridão imperceptível. Você vem. Nada fala. Mas de mim já é a tua vida. Interpreto sua existência a meu favor. Transtorno. Sua ausência a mim significa o ato de um dia poder te ter junto. Significa que, certamente, ao sair poderei encontrar-te no portão a clamar meu nome: "eu quero amar-te". Você existe e aparece em atos nos quais meus dedos percorrem meus poros e a cada intervalo de tempo entre o sentar e o levantar. Sua boca toca a minha em lembranças tenras que me percorrem o dia, as horas os ponteiros daquele que insiste em me dizer: "o tempo passa". Sinto-te cercar-me. Obsessão que eu tenho em querer-te sem ao menos tu saberes quem sou. Porque assim decidistes em dado momento. Você vem ao meu encontro nos bares: "ah, desculpe-me..." diz ao esbarrar em meu rum e manchar a minha pele. Sinto-te ao olhar da janela e ao sentir a seda lua percorrer minha tez até o chão. Você me encontra nos momentos em que cerram meus olhos ao som do tango que toca o fundo. Ou na espera em uma fila qualquer. Quero-te e sinto-te no olhar do passante. Ou quando meus lábios temem em querer olhar aquele e dizer: "é você?". Compulsivamente busco-te em cada gesto e movimento onírico de outro alguém. Agito-me ao não sentires minha presença. E quero gritar quando ao meio da via chego: "estou aqui, vedes tu?”. Plena, cheia, vibrante ser estou e sou. Mas minha voz não sai. Acordo de um dos imperceptíveis momentos em que tu és de mim, nos quais tua existência inere de meus assomos compulsivos. De um transtorno que insiste em me obsidiar compulsivamente sem remédios e nem dor. É a seiva que me alimenta, assola-me em sua busca. Porque tu és amorfo. Só obténs forma de tempo em tempo, ao piscar de meus olhos e nas lembranças as quais fazem e refazem esta morada vadia e inefável em mim.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Ser amado
O que fazer para ser amado? Ou ser amado deveria ser um processo natural? Não basta olhar e sentir o outro? E abraçá-lo quando ele se sente só? Não basta dar um sorriso ou uma simples ajuda, dica ou auxílio... para que o outro seja cada vez melhor?
O que é necessário para ser amado? Ser amado não é trocar? Uma simples troca de energia?
Amar parece-me algo tão simples e inerente ao ser humano. Amar parece-me um ato de se identificar com o próximo.
Amo as pessoas simplesmente ao olhá-las. Gosto de trocar ideias e conversar, por vezes, com aquele que a sociedade considera um ninguém. Gosto, também, de olhar os que são aceitos de bom grado pelo social. Divido-os, infelizmente, pelo própria categorização social arraigada a minha cultura e meu olhar elencador.
Amar completa-me, mas a outra parte de ser amado... deixa-me um pouco vazia. Ou será que meu ato de amar ao próximo está colado ao conceito próprio de que devo ser amado por ele? E isto seria considerado não amar? A necessidade de troca poderia, quem sabe, ser classificada por interesse?
"Você ama para ser amado... ou simplesmente para amar?".
Não sei se há ser tão completo nesta terra que se baste por si só...
Tenho meus seres amados e já amigos completos aqui dentro de mim.
Mas, faltam-me alguns para os quais já dediquei amor.
Um amor cedido para um crescimento mútuo. Sim, pois não fazemos coisas para gerar a nossa estagnação... mas, buscamos coisas para crescer em conjunto. Ao meu simplório ver, sinto que deveria ser assim.
Sinto que deveria ser assim.
O que é necessário para ser amado? Ser amado não é trocar? Uma simples troca de energia?
Amar parece-me algo tão simples e inerente ao ser humano. Amar parece-me um ato de se identificar com o próximo.
Amo as pessoas simplesmente ao olhá-las. Gosto de trocar ideias e conversar, por vezes, com aquele que a sociedade considera um ninguém. Gosto, também, de olhar os que são aceitos de bom grado pelo social. Divido-os, infelizmente, pelo própria categorização social arraigada a minha cultura e meu olhar elencador.
Amar completa-me, mas a outra parte de ser amado... deixa-me um pouco vazia. Ou será que meu ato de amar ao próximo está colado ao conceito próprio de que devo ser amado por ele? E isto seria considerado não amar? A necessidade de troca poderia, quem sabe, ser classificada por interesse?
"Você ama para ser amado... ou simplesmente para amar?".
Não sei se há ser tão completo nesta terra que se baste por si só...
Tenho meus seres amados e já amigos completos aqui dentro de mim.
Mas, faltam-me alguns para os quais já dediquei amor.
Um amor cedido para um crescimento mútuo. Sim, pois não fazemos coisas para gerar a nossa estagnação... mas, buscamos coisas para crescer em conjunto. Ao meu simplório ver, sinto que deveria ser assim.
Sinto que deveria ser assim.
domingo, 17 de outubro de 2010
Save the last dance
Would you save the last dance for me?
Gosto da dança, principalmente no que toca a cumplicidade. É um ir e vir constante... do qual, também, depende o espaço entre si. Invasão e recuo. Reciprocidade e opostos. O corpo vai e vem e se parece cair no vazio logo chega a mão, o joelho ou o pé para dar a certeza de que o outro ali está. A surpresa dispersa e enobrece.
Gosto de ter a presença do outro e o anteparo. Paro? Não, continuo... e com resposta ao ínfimo estímulo dele. Pêndulo, balança que se complementa.
Surpreendo a responder a sua intenção. É como a ligação entre os seres avatares. Conexão em um só bloco que se contorce e retorce. Lentidão, interpretação sem nulidade. Não há o nulo... há o tudo.
A dança enobrece a alma e mobiliza o corpo e a mente. Meus reflexos são mais pontuais e precisos... Respiração, expiração, inspiração. Ação conjunta, latente e demente que desconstrói o renomado compasso do que ouço.
É pele e pelo. Um cheiro que passa e a lembrança que retorno.
A dança nos transporta os primórdios. Arte da seducão implícita e pouco explícita - se assim se desejar.
Corpos que vem e vão, invasão a aura da segurança, couraça, camada que incutimos a nós. Permissão contínua de entrada e desenvolvimento de tenacidade.
Idade.
Quesito de última dança.
Respiro ritmado.
Arte que se permeia no que se tem.
Ato ilícito.
Ato empírico.
Conectividade extrassensorial.
Gosto da dança, principalmente no que toca a cumplicidade. É um ir e vir constante... do qual, também, depende o espaço entre si. Invasão e recuo. Reciprocidade e opostos. O corpo vai e vem e se parece cair no vazio logo chega a mão, o joelho ou o pé para dar a certeza de que o outro ali está. A surpresa dispersa e enobrece.
Gosto de ter a presença do outro e o anteparo. Paro? Não, continuo... e com resposta ao ínfimo estímulo dele. Pêndulo, balança que se complementa.
Surpreendo a responder a sua intenção. É como a ligação entre os seres avatares. Conexão em um só bloco que se contorce e retorce. Lentidão, interpretação sem nulidade. Não há o nulo... há o tudo.
A dança enobrece a alma e mobiliza o corpo e a mente. Meus reflexos são mais pontuais e precisos... Respiração, expiração, inspiração. Ação conjunta, latente e demente que desconstrói o renomado compasso do que ouço.
É pele e pelo. Um cheiro que passa e a lembrança que retorno.
A dança nos transporta os primórdios. Arte da seducão implícita e pouco explícita - se assim se desejar.
Corpos que vem e vão, invasão a aura da segurança, couraça, camada que incutimos a nós. Permissão contínua de entrada e desenvolvimento de tenacidade.
Idade.
Quesito de última dança.
Respiro ritmado.
Arte que se permeia no que se tem.
Ato ilícito.
Ato empírico.
Conectividade extrassensorial.
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