[meu presente para um menino que andava muito preocupado com o futuro].
Vou me permitir aqui escrever se forma bem desprendida, tá?... e com do fundo d’alma de te confortar como eu posso por meio das palavras que me vierem a mente, sem muito julgamento... pois sinto que é assim que deve ser.
Sabe que... a vontade que dá é de te chamar de meu menino e te ninar hoje. Vejo em ti uma necessidade de retorno ao ventre, ao lugar quentinho que lhe provia tudo com muito amor... para alimentar-te com vida. E hoje o colo é teu. Permita-se desfrutar dele com aquele sorriso de menino que lhe é peculiar. Não há problema em se encolher como o feto... quase na forma de um feijão.
Lembra-te das aulas na escola e das plantações de feijão? De onde será que vem a força daquele ser? Ahn? Vem “de dentro”, “do centro”, "da força interior”. Lá está o feijão com o casca marrom e como bem poderemos concordar... assim ele é até um pouco sem graça, não? A gente olha, olha... e se ele ficar ali no pote de vidro da cozinha permanecerá igual... sempre igual.
Busca agora na tua memória como “plantávamos” o feijão nas primeiras aulas.
Dou-te um tempo... ou necessitas tu de muito tempo? Pode escolher, pois o tempo é muito relativo.
Se a ti a memória não vem... eu te ajudo: um dos atos com o uso de uma das nossas matérias-primas para plantação consistia, e ainda consiste, no ato de refrescar algo: o algodão. Vamos pensar juntos, agora: se você colocar feijão em cima do algodão seco... o que ocorre? Nada, não é? No máximo um belo elemento decorativo para o quarto dos sonhos. Mas, não precisamos nós só de sonhos... precisamos fazer brotar.
Há um senso comum, meu menino, no qual é exposta o seguinte conceito: “água é vida!”. Já fizeste, então, a conexão? Sim, temos que umedecer nosso algodão... encher de probabilidade de vida, preparar e arar a terra (branca, no nosso caso) para o depósito daquele pequenino ser em potencial. Bastaria, será, deixar o algodão úmido de um lado e o feijão de outro sem a conexão? Não, certamente que não... assim como 2+2 pode ser 22! (risos). Devemos, por bem, juntar o feto-feijão com a terra branca úmida para algum resultado obter.
Volta comigo mais um vez a tua infância e vê este processo que certamente fizeste na escola. Lembra-se dos detalhes? Plantávamos os nossos feijões em um invólucro... quase sempre com a face superior aberta. Se bem me lembro fazíamos isto também em tampas dos potes das guloseimas das quais nos deleitávamos em nossas casas. Mas, temos de concordar que: sempre havia um invólucro! Este recipiente podemos posicionar como "o elemento que promove a possibilidade de interação do ar com a água com o feijão com o algodão"... e mantinha dedicada àquele espaço a existência da água. Um algodão úmido pode deixar a água esvair-se por caminhos não desejados.
E o sol, onde fica nesta história? Sim, além de pote, algodão, água, ar, feijão... o rei sol pressupõe a sua presença extremamente sabida essencial... ele possui em sua sabedoria a capacidade de gerar a interação pontual entre os elementos desta memória que foi gerida na nossa infância. Há uma interdependência sinérgica entre todos estes elementos que: não são vivos, provêm a vida e são a vida em potencial. A variação em excesso ou em falta de um deles pode ocasionar menor ou maior sucesso do nosso objetivo que é: fazer o feijão brotar. Não brota o que não está pronto para nascer. Mas, se não há o estímulo dos elementos necessários no que está pronto... o nascimento não ocorre mesmo que seja repleto de potencialidades.
Agora vamos lembrar do tempo. Dizem os alquimistas que eles conseguem tornar a semente em planta florida a ponto de colheita em um simples ato de intenção. Mas, como aqui ainda somos pequeninos... vamos nos lembrar do tempo que é relativo ao nosso planeta: a quarta dimensão. Mais uma vez lembro a você que o tempo é relativo e ele tem a extensão que nós damos a ele. Não que haja diferença de tamanhos temporais entre os segundos – mas como o percebemos depende do quão focados no relógio nós estamos.
Antes de entramos no quesito do “tempo de brotar” vamos falar no que nosso corpo entende. Nosso corpo entende que temos vida quando o estimulamos com tarefas distintas a cada 2 horas. Fora o tempo de dormir – que deve ser efetivado com o devido respeito individual a você em quantidade temporal – devemos cuidar do nosso dia. A cada duas horas – no máximo - devemos mudar a nossa conduta de estímulo: pensando que quando você ficar grande poderá fazer várias coisas (pois agora você ainda está pequenino e sendo ninado) como cozinhar, andar, ver um filme, arrumar algo... fica fácil preencher o seu tempo e fazer com que seu corpo entenda o recado de que você ainda está em plena e ótima atividade. Pense nisto!
Mas, voltemos ao nosso feijão que pode virar um pé de feijão: não somos alquimistas, então, devemos aceitar a nossa plena capacidade de esperar. Esperar para um menino muito agitado como você pode parecer muito difícil, mas isto só ocorre porque você está de olho no relógio achando que ele vai contar o tempo futuro. Deixa eu te contar um segredo, menino, o relógio só conta o tempo presente! E o presente deve ser recebido tal qual ele é: um PRESENTE.
Quando você, que tem sorriso de menino, recebe um presente bem legal: o que faz!? Pensa no passado? Pensa no futuro? Eu aposto um bubbaloo de morango com você que não... você CURTE O PRESENTE e esquece daquilo que foge de seu controle. Vou te contar outro segredo: o que foge do seu controle é permanente de ato contínuo: ele “foge”, mesmo. O que está em suas mãos? Um belo presente cheio de potencial de vida! Então, curta o presente... pois é como dizem por aí: águas passadas não movem moinhos!
Falando em mover... todo ato de vida pressupõe a existência inerente do movimento e movimento é vida. A ti já tinha vindo à mente até agora as fases do crescimento do nosso feijão em pé de feijão? Puxa da memória da infância os teus desenhos de criança: foram vários, não é? Eu tenho certeza que sim... principalmente se o teu acompanhamento e desenho do crescimento deste brotar foi diário. E quando o acompanhamento é diário e fazemos desenhos a cada momento distinto: o que nos resta ao fim é um belo e grande livro para colorir.
Veja bem... pensemos juntos, então: se tu fizeres a proposta de curtires o crescimento do pé de feijão com pleno afinco em momento presente... quando o presente tornar-se passado lá estará aplicada sua energia de atenção e se há o propósito de curtir o presente como a real vida que acontece agora... inexistirá necessidade de pré-ocupação com o futuro... pois ele já estará garantido a ser recebido como um verdadeiro “presente”.
Você, meu pequeno menino, precisa compreender que os momentos para chegar em sua máxima, ideal e boa concretização... tempo tomam. E sobre o futuro tu não tens domínio! O mesmo ocorre quanto ao passado: ele já passou! Você só possui o poder de transformação no AGORA. E o AGORA é AGORA, é HOJE, NESTE SEGUNDO... e não no final do mês quando chegariam os trabalhos e provas para ser resolvidas em classe.
Então, claro que visando um futuro, você deve se perguntar: o que pode fazer neste segundo? E, ainda, você deve receber os momentos com um pergunta colada a eles: “o que preciso aprender com isto neste momento?”.
Eu te nino como posso... e te conforto do jeito me propiciado. E há um bom menino de sorriso especial... eu peço: crie o ambiente mais bonito para plantar seus feijões, pense no equilíbrio necessário para potencializar o surgir e brotar das sementes... alimente-as com o Rei Sol... mime-se, aceite-se... e, quando precisar, peça colo dos que lhe amam. Não há algo demais em pedir auxílio e luz dos que lhe querem bem.
Você, meu menino (se assim permite que eu lhe chame), terá sempre braços abertos dos que lhe apreciam... pois sua luz de menino é grande “um tantão assim”.
(texto inspirado em bons desejos de energia – das 03:00 às 04:28 do dia 25/09/2011)
Vou me permitir aqui escrever se forma bem desprendida, tá?... e com do fundo d’alma de te confortar como eu posso por meio das palavras que me vierem a mente, sem muito julgamento... pois sinto que é assim que deve ser.
Sabe que... a vontade que dá é de te chamar de meu menino e te ninar hoje. Vejo em ti uma necessidade de retorno ao ventre, ao lugar quentinho que lhe provia tudo com muito amor... para alimentar-te com vida. E hoje o colo é teu. Permita-se desfrutar dele com aquele sorriso de menino que lhe é peculiar. Não há problema em se encolher como o feto... quase na forma de um feijão.
Lembra-te das aulas na escola e das plantações de feijão? De onde será que vem a força daquele ser? Ahn? Vem “de dentro”, “do centro”, "da força interior”. Lá está o feijão com o casca marrom e como bem poderemos concordar... assim ele é até um pouco sem graça, não? A gente olha, olha... e se ele ficar ali no pote de vidro da cozinha permanecerá igual... sempre igual.
Busca agora na tua memória como “plantávamos” o feijão nas primeiras aulas.
Dou-te um tempo... ou necessitas tu de muito tempo? Pode escolher, pois o tempo é muito relativo.
Se a ti a memória não vem... eu te ajudo: um dos atos com o uso de uma das nossas matérias-primas para plantação consistia, e ainda consiste, no ato de refrescar algo: o algodão. Vamos pensar juntos, agora: se você colocar feijão em cima do algodão seco... o que ocorre? Nada, não é? No máximo um belo elemento decorativo para o quarto dos sonhos. Mas, não precisamos nós só de sonhos... precisamos fazer brotar.
Há um senso comum, meu menino, no qual é exposta o seguinte conceito: “água é vida!”. Já fizeste, então, a conexão? Sim, temos que umedecer nosso algodão... encher de probabilidade de vida, preparar e arar a terra (branca, no nosso caso) para o depósito daquele pequenino ser em potencial. Bastaria, será, deixar o algodão úmido de um lado e o feijão de outro sem a conexão? Não, certamente que não... assim como 2+2 pode ser 22! (risos). Devemos, por bem, juntar o feto-feijão com a terra branca úmida para algum resultado obter.
Volta comigo mais um vez a tua infância e vê este processo que certamente fizeste na escola. Lembra-se dos detalhes? Plantávamos os nossos feijões em um invólucro... quase sempre com a face superior aberta. Se bem me lembro fazíamos isto também em tampas dos potes das guloseimas das quais nos deleitávamos em nossas casas. Mas, temos de concordar que: sempre havia um invólucro! Este recipiente podemos posicionar como "o elemento que promove a possibilidade de interação do ar com a água com o feijão com o algodão"... e mantinha dedicada àquele espaço a existência da água. Um algodão úmido pode deixar a água esvair-se por caminhos não desejados.
E o sol, onde fica nesta história? Sim, além de pote, algodão, água, ar, feijão... o rei sol pressupõe a sua presença extremamente sabida essencial... ele possui em sua sabedoria a capacidade de gerar a interação pontual entre os elementos desta memória que foi gerida na nossa infância. Há uma interdependência sinérgica entre todos estes elementos que: não são vivos, provêm a vida e são a vida em potencial. A variação em excesso ou em falta de um deles pode ocasionar menor ou maior sucesso do nosso objetivo que é: fazer o feijão brotar. Não brota o que não está pronto para nascer. Mas, se não há o estímulo dos elementos necessários no que está pronto... o nascimento não ocorre mesmo que seja repleto de potencialidades.
Agora vamos lembrar do tempo. Dizem os alquimistas que eles conseguem tornar a semente em planta florida a ponto de colheita em um simples ato de intenção. Mas, como aqui ainda somos pequeninos... vamos nos lembrar do tempo que é relativo ao nosso planeta: a quarta dimensão. Mais uma vez lembro a você que o tempo é relativo e ele tem a extensão que nós damos a ele. Não que haja diferença de tamanhos temporais entre os segundos – mas como o percebemos depende do quão focados no relógio nós estamos.
Antes de entramos no quesito do “tempo de brotar” vamos falar no que nosso corpo entende. Nosso corpo entende que temos vida quando o estimulamos com tarefas distintas a cada 2 horas. Fora o tempo de dormir – que deve ser efetivado com o devido respeito individual a você em quantidade temporal – devemos cuidar do nosso dia. A cada duas horas – no máximo - devemos mudar a nossa conduta de estímulo: pensando que quando você ficar grande poderá fazer várias coisas (pois agora você ainda está pequenino e sendo ninado) como cozinhar, andar, ver um filme, arrumar algo... fica fácil preencher o seu tempo e fazer com que seu corpo entenda o recado de que você ainda está em plena e ótima atividade. Pense nisto!
Mas, voltemos ao nosso feijão que pode virar um pé de feijão: não somos alquimistas, então, devemos aceitar a nossa plena capacidade de esperar. Esperar para um menino muito agitado como você pode parecer muito difícil, mas isto só ocorre porque você está de olho no relógio achando que ele vai contar o tempo futuro. Deixa eu te contar um segredo, menino, o relógio só conta o tempo presente! E o presente deve ser recebido tal qual ele é: um PRESENTE.
Quando você, que tem sorriso de menino, recebe um presente bem legal: o que faz!? Pensa no passado? Pensa no futuro? Eu aposto um bubbaloo de morango com você que não... você CURTE O PRESENTE e esquece daquilo que foge de seu controle. Vou te contar outro segredo: o que foge do seu controle é permanente de ato contínuo: ele “foge”, mesmo. O que está em suas mãos? Um belo presente cheio de potencial de vida! Então, curta o presente... pois é como dizem por aí: águas passadas não movem moinhos!
Falando em mover... todo ato de vida pressupõe a existência inerente do movimento e movimento é vida. A ti já tinha vindo à mente até agora as fases do crescimento do nosso feijão em pé de feijão? Puxa da memória da infância os teus desenhos de criança: foram vários, não é? Eu tenho certeza que sim... principalmente se o teu acompanhamento e desenho do crescimento deste brotar foi diário. E quando o acompanhamento é diário e fazemos desenhos a cada momento distinto: o que nos resta ao fim é um belo e grande livro para colorir.
Veja bem... pensemos juntos, então: se tu fizeres a proposta de curtires o crescimento do pé de feijão com pleno afinco em momento presente... quando o presente tornar-se passado lá estará aplicada sua energia de atenção e se há o propósito de curtir o presente como a real vida que acontece agora... inexistirá necessidade de pré-ocupação com o futuro... pois ele já estará garantido a ser recebido como um verdadeiro “presente”.
Você, meu pequeno menino, precisa compreender que os momentos para chegar em sua máxima, ideal e boa concretização... tempo tomam. E sobre o futuro tu não tens domínio! O mesmo ocorre quanto ao passado: ele já passou! Você só possui o poder de transformação no AGORA. E o AGORA é AGORA, é HOJE, NESTE SEGUNDO... e não no final do mês quando chegariam os trabalhos e provas para ser resolvidas em classe.
Então, claro que visando um futuro, você deve se perguntar: o que pode fazer neste segundo? E, ainda, você deve receber os momentos com um pergunta colada a eles: “o que preciso aprender com isto neste momento?”.
Eu te nino como posso... e te conforto do jeito me propiciado. E há um bom menino de sorriso especial... eu peço: crie o ambiente mais bonito para plantar seus feijões, pense no equilíbrio necessário para potencializar o surgir e brotar das sementes... alimente-as com o Rei Sol... mime-se, aceite-se... e, quando precisar, peça colo dos que lhe amam. Não há algo demais em pedir auxílio e luz dos que lhe querem bem.
Você, meu menino (se assim permite que eu lhe chame), terá sempre braços abertos dos que lhe apreciam... pois sua luz de menino é grande “um tantão assim”.
(texto inspirado em bons desejos de energia – das 03:00 às 04:28 do dia 25/09/2011)


