É um pause. Aquele devaneio existente entra a vida e não vida. O pause. Aquilo parado. Nada de tropeções e encontros. O silêncio impera. O tilintar dos pássaros não se ouve. Contentação. Lamentação. Sufoco. Sufoco-me neste ar que inexiste. E caio.
Caio tão rápido que a ação da grávida se inverte e eu vôo. Tudo mudou. Vira a vida. Vira a bola de cristal. A neve vai para cima, mas o ar não importa mais. Caio. E caio de novo.
Chão. Terra firme. Quem diria no meio de tanto eu. Eunuco. Eu nunca. NUNCA.
Nuca. Sim, é a parte de trás da cabeça qual a qual não tenho contato mais. Ficou lá. Parada, avessa ao novo.
OVO. Objeto Voador Ovacionado. Ado. Dado. Calo. DESMAIO.
Desmaio, sem ar novamente. MENTE. Que faço mente e tente, reinvente.
E no mais espero, tolero, bolero que embala meu corpo e meu viver.
E o pause está lá, pronto para ser apertado.
CALADO
AMADO
Pause.
Aperta o PAUSE que eu quero VIVER!