Desejo me perder nos seus lábios... e nos longos e breves beijos dados a mim... Perder-me no ato da busca do encontro de nós dois. Quero me esvair nos seus braços e ser firmemente presa em ti... no teu amor maior.
Desejo me perder na íris do seus olhos, momento em que busco o que há em teu interior, o qual tanto me fascina. Perder-me no toque da efêmera pele dos seus dedos, quando percorre meu corpo freneticamente, em busca de me sorver. Quero me deleitar no som da sua voz ante aos ouvidos meus...
Desejo me perder me cada cm² do seu divino corpo, decente alma que tu tens. Perder-me nos atos reflexos da respiração profunda no encontro. Quero me esvair nos singelos momentos em que não fico mais aqui, ao estar seu lado.
Olhos em tom sépia... de que cores realmente são? De ti me persegue uma lembrança atacada e momentos efêmeros de um tempo que já se foi. Do encontro que nos fez um... às vezes sou arrancada com pressa... para o retorno à realidade.
Vasto desejo de me encontrar nos momentos que me vou. Encontra-me, já lhe disse... Mas, não me encanta na possibilidade do reencontro vil.
Ah! Eu quero me perder nos seus encantos reais. E seu ardor... que me toca a pele dos lábios molhados... À lembrança de cada desejo do olhar e carinhos seus.
domingo, 11 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Do bege o brotar...
Os tons em sépia fazem-me confundir-te com a terra.
Chão firme, repleto acender... que repica e se vai.
Do marrom espera-se o nascimento,
Do bege o brotar... com a luz intensa do amarelo-sol.
Tuas curvas sugerem a beleza de um ser em construção.
Caminhar frente e avante a ti, é possível?
Que caminhos tortuosos tu revelas?
E os que escondes? Que fazes com eles?
Fecha-te em ti... e me repeles.
Como erva daninha, a qual sei que não sou.
Eu sou água, sou vida...
Deixa-me me entrar? Deixa-me...
Assim inundo teu ser e faço o que vim a ser.
A água sem ti, também, não tem motivo de existir.
Precisa ser sorvida... se não, evapora...
Sei que ao entrar eu serei, sim, repleta das tuas vitaminas.
Repleto ser o qual me fascina, em seus vãos.
Pega-me pela mão, então, desfaço-me... sou gelo.
Amolece-me a aquece a minh'alma...
Deixa-me fluída... para, assim, ter direito a percorrer...
Seu divino, sedento e repleto ser.
Chão firme, repleto acender... que repica e se vai.
Do marrom espera-se o nascimento,
Do bege o brotar... com a luz intensa do amarelo-sol.
Tuas curvas sugerem a beleza de um ser em construção.
Caminhar frente e avante a ti, é possível?
Que caminhos tortuosos tu revelas?
E os que escondes? Que fazes com eles?
Fecha-te em ti... e me repeles.
Como erva daninha, a qual sei que não sou.
Eu sou água, sou vida...
Deixa-me me entrar? Deixa-me...
Assim inundo teu ser e faço o que vim a ser.
A água sem ti, também, não tem motivo de existir.
Precisa ser sorvida... se não, evapora...
Sei que ao entrar eu serei, sim, repleta das tuas vitaminas.
Repleto ser o qual me fascina, em seus vãos.
Pega-me pela mão, então, desfaço-me... sou gelo.
Amolece-me a aquece a minh'alma...
Deixa-me fluída... para, assim, ter direito a percorrer...
Seu divino, sedento e repleto ser.
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