sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Ah, eu não quero dormir...

Eu quero ver a vida passar, colado, ao meu lado, ali, assim, perto, certo.
Nada de devaneios, não se distraia.
Não quero o vão da ação, quero o certo correto ereto, não disperso.
Ah, eu não quero dormir.
Quero sentir e correr, valer o que der, e se fizer.
Não quero dormir, mas quero sonhar.
Naquele ínfimo olhar em que resta luz, réstia que me conduz.
E flutue... não polui, se faz mar.
Sofismar mais, não jamais.
Sofisma minha sina de viver e ser o que é ter dom.
Som, tom, cor, dor... ah! A dor eleva.
Que EVA, sina de viver, ser ter, comer, correr, meter...
A colher no bolo de laranja.
Franja... ui!
Canja... ui!
Tansa, sem carne, arde.... eca!
Jeca!
Meleca!
Furreca!
PAZ