segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Magias de Direito Penal em Hogwarts





Resultado da aula de Direito Administrativo:
maneiras de aprender Direito Penal.

Moça


Resultado da aula de Direito Administrativo.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Terceira visão.

A vida acontece.
As mãos encontram-se no caminho viz e em viés.
Os passos percorrem, por vezes, direções encontradas.
Em tudo há ritmo e pulso.
As imagens repetem-se, os mesmos passam.
Os gestos circulares traduzem o pensamento...
Daquele que se quer explicar.
Mas, também, há solidão.
E, também, há espera.
Os conhecidos mudam de direção.
E, por vezes, há quem pule os canteiros.
Os dedos tentam conectar-se, mas se recolhem ao não achar o seu pólo complementar.
E o ritmo não para.
E pulam o canteiro outra vez.
Há uma tendência enorme em querer-se estar cego, surdo, mas alimentar o paladar.
Como se o parar para curtir fosse agora plena necessidade do ser.
Barulho, barulho, barulho.
"Silêncio", queria gritar.
Subir na mesa e gritar: "um minuto de silêncio, por favor!"
"Observem agora".
"Óh", ouviria...
Mas aos poucos tudo voltaria...
A expressão interna tendendo a sair
Para se esquecer do eu interior.
E os encontros são reatados.
Tapas nas costas.
E olhares...
Nenhuma mão dada à vista.
Mas, ainda, há quem pule canteiros.
Será?
E a memória da infância voltou.

[escrito aqui no Estação, após o almoço no SushiYama, ao observar a vida que ocorre externamente a mim. Será que há mutação do objeto? - Themis Salem - 25/08/09]

domingo, 16 de agosto de 2009

No caminho da Eduardo Sprada...

Hoje nas minhas andanças pelo CIC acabei por me deparar na Eduardo Sprada e fiquei admirada com o que vivi.

Que sensação boa andar por aquela rua... compriiiiida...

A impressão é que andei pela rua toda, pois ela não acaba mais. Mas a sinuosidade das curvas e aquele cimento lisinho, pelo qual meu carro corria, ao no máximo de 60 por hora - risos -, fizeram-me viajar tanto, mas tanto em meus pensamentos, que foi até engraçado.

A rua, repleta de condomínios, reflete a realidade de um povo abastado. A arquitetura varia. Há construções mais novas, outras já construídas. Alguns espaços parecem locações da COHAB. Casa padrões, quadrados, fechados, torturados. Então, pensei "em um terreno tão grande, eu faria uma configuração diferente desses 'mini-sobrados' - ou não os faria tão mini".

Outros condomínios - em maioria na minha visão esquerda ou visados a esquerda por mim, na maioria - encantaram os olhos pela pompa. Um dos muros de condomínio que fixou meu olhar foi um muro vazado. Engraçado isso, pois se é vazado o que me encantou foi o vazio, correto? Mas, o vazio encanta?

Era um muro verde, coberto por natureza... uma cerca realmente verde e viva. E no centro, vazado, pequenas colunas (não pilotis, pois entre os seus vãos não dá para se passar e eles tampouco sustentam um casa) simetricamente alocados, em quantidade veramente suficiente para ver a área interna. Que coisa mais linda! Uma sensação de liberdade cerceada, mas que promove certo ar de respirar. Ufa... respirei... diferentemente da lotação da "COHAB".

E assim fui pela sinuosidade que elevou e levou meus pensamentos...

Só não sei se quando congestiona aquela rua proporciona a mesma paz - ou se a rua não congestiona.

Mas isso não sei se quero descobrir. Não agora.


Por enquanto basta-me a paz proporcionada pela busca pelo novo.