Mamáe, du tanto da taxa, em tada tanto eu ti poculo
Quelo incontá vucê e ti deixá bem pequinininha...
Pá eu ti levá ondi eu fô.
Num quelo ficá suzinha nu iscuro.
Nem quandu eu fô gandi...
Vo ti botá na minha bosinha que vucê custurô.
I ti levá cumigo.
Ti amu.
I agola, táu.
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
A respeito das almas gêmeas...
Há algo tão bonito nas filosofias, principalmente naquelas as quais falam de vida pós-morte física: a existência de almas gêmeas.
Não sei como se dá o processo, nem me lembro de ter especificamente lido sobre sua criação, mas já é bom imaginar que a nossa criação em espírito pode ser repleta de magias, inclusive no que se refere ao rebento, pontual, de outra alma, a qual nos faz sermos um.
Já ouvi falar e o conceito se afiniza a mim dos enunciados das filosofias que nos dizem que a Terra é somente uma célula de um organismo maior, vivo. Será Deus? Não sei, mas vejo uma relação entre o átomo minúsculo que estudamos e o sistema solar, por exemplo.
Partindo do princípio que o universo se forma em pares e nós fazemos parte do universo, daí podem se explicar as almas gêmeas. Positivo e negativo, macho e fêmea, noite e dia...
Parece que há filosofias que explicam a existência de 7 almas gêmeas. Alguém que lê pode discorrer sobre o fato?
Mas, uma já está bom, não é? Bem que, acredito que temos vários tipos de almas gêmeas. Espíritos distintos que experienciam o amor de casal, o amor de irmão, o amor de amigo! E até inimigo - será? Neste último não tinha pensado anteriormente, mas me veio a mente.
Mas, como se dá o descobrimento dessa afinidade? Paulo Coelho nos discorre no livro Brida sobre a luz verde sobre o ombro que nos indica o encontro da nossa alma gêmea. Mas, é necessário um quê de vidência para ver tal informação?
É! Tudo que é relativo ao espiritual a ao além mar encanta-me. Ressurgiu-me o questionamento sobre a alma gêmea ao ver, ao prantos, o último capítulo da novela Alma Gêmea, a qual terminou sua reprise no Vale a pena ver de novo, da TV Globo.
Como é linda a cena da regressão do casal principal da novela, além dos pares que se formam no final do capítulo. Eles aparecem em cenas de regressão de vidas anteriores aos pares e não necessariamente em gênero de representação masculina e feminina respectivamente. Em algumas vidas aparecem com o mesmo gênero.
Será, então, que há possibilidade de um mesmo par ter, na vida terrena ou na vida em outros planetas, estágios de alma gêmea: irmão, amigos, amor? A pergunta se deve a minha crença de que retornamos no mesmo círculo de conhecidos afins, para o burilar da alma.
Grande conhecer da vida eterna ante nós. O mundo é mundo há muito tempo. O universo, então... nem se fala!
Perdemos de conta o tempo no nosso entender terreno. Mas compreendemos no nosso entender espiritual. Podemos, lá, até acessar o arquivo da Terra.
Já diziam os filósofos: há muito mais entre o céu e a terra...
Diga-me, já encontrou alguma ou a sua alma gêmea? Como foi? Como é?
Não sei como se dá o processo, nem me lembro de ter especificamente lido sobre sua criação, mas já é bom imaginar que a nossa criação em espírito pode ser repleta de magias, inclusive no que se refere ao rebento, pontual, de outra alma, a qual nos faz sermos um.
Já ouvi falar e o conceito se afiniza a mim dos enunciados das filosofias que nos dizem que a Terra é somente uma célula de um organismo maior, vivo. Será Deus? Não sei, mas vejo uma relação entre o átomo minúsculo que estudamos e o sistema solar, por exemplo.
Partindo do princípio que o universo se forma em pares e nós fazemos parte do universo, daí podem se explicar as almas gêmeas. Positivo e negativo, macho e fêmea, noite e dia...
Parece que há filosofias que explicam a existência de 7 almas gêmeas. Alguém que lê pode discorrer sobre o fato?
Mas, uma já está bom, não é? Bem que, acredito que temos vários tipos de almas gêmeas. Espíritos distintos que experienciam o amor de casal, o amor de irmão, o amor de amigo! E até inimigo - será? Neste último não tinha pensado anteriormente, mas me veio a mente.
Mas, como se dá o descobrimento dessa afinidade? Paulo Coelho nos discorre no livro Brida sobre a luz verde sobre o ombro que nos indica o encontro da nossa alma gêmea. Mas, é necessário um quê de vidência para ver tal informação?
É! Tudo que é relativo ao espiritual a ao além mar encanta-me. Ressurgiu-me o questionamento sobre a alma gêmea ao ver, ao prantos, o último capítulo da novela Alma Gêmea, a qual terminou sua reprise no Vale a pena ver de novo, da TV Globo.
Como é linda a cena da regressão do casal principal da novela, além dos pares que se formam no final do capítulo. Eles aparecem em cenas de regressão de vidas anteriores aos pares e não necessariamente em gênero de representação masculina e feminina respectivamente. Em algumas vidas aparecem com o mesmo gênero.
Será, então, que há possibilidade de um mesmo par ter, na vida terrena ou na vida em outros planetas, estágios de alma gêmea: irmão, amigos, amor? A pergunta se deve a minha crença de que retornamos no mesmo círculo de conhecidos afins, para o burilar da alma.
Grande conhecer da vida eterna ante nós. O mundo é mundo há muito tempo. O universo, então... nem se fala!
Perdemos de conta o tempo no nosso entender terreno. Mas compreendemos no nosso entender espiritual. Podemos, lá, até acessar o arquivo da Terra.
Já diziam os filósofos: há muito mais entre o céu e a terra...
Diga-me, já encontrou alguma ou a sua alma gêmea? Como foi? Como é?
quarta-feira, 10 de março de 2010
Percorra, enfim.
Dentre os atos quadrados ao meu lado.
Remeto-me aos fatos redondos de seu ser.
Ínfima presença que me percorre a veia.
Células invasivas, seringa que me pica.
E num estado latente de rendição.
Tua mente eu deixo ao relento.
Sempre frio que me comove.
E me move frente a ti.
Sai, grita e corre batendo por aí.
Será que não enxergas a porta.
É triangular! Tu, inteligentemente me reluz.
E pergunto a ti: e daí?
Qual é pepino me tu insistes em trazer a frente do teu tempo?
Pega a faca e corta pela raiz.
É redondo, não fará diferença nenhuma.
Na verdade, o que importa é a miscelânea!
O ato de mesclar, sem dúvida.
Na verdade, o ato mais complexo se reduz no ato de incluir.
As faces tem que se encontrar...
Encontrem-te, enfim.
Aliás, chega, agora vou eu em sentido de uma reta.
Remeto-me aos fatos redondos de seu ser.
Ínfima presença que me percorre a veia.
Células invasivas, seringa que me pica.
E num estado latente de rendição.
Tua mente eu deixo ao relento.
Sempre frio que me comove.
E me move frente a ti.
Sai, grita e corre batendo por aí.
Será que não enxergas a porta.
É triangular! Tu, inteligentemente me reluz.
E pergunto a ti: e daí?
Qual é pepino me tu insistes em trazer a frente do teu tempo?
Pega a faca e corta pela raiz.
É redondo, não fará diferença nenhuma.
Na verdade, o que importa é a miscelânea!
O ato de mesclar, sem dúvida.
Na verdade, o ato mais complexo se reduz no ato de incluir.
As faces tem que se encontrar...
Encontrem-te, enfim.
Aliás, chega, agora vou eu em sentido de uma reta.
Palácio de Cristal
segunda-feira, 8 de março de 2010
Para cumprir o ritual...
Este é o post do dia 08... rsrsrs.
Às mulheres, lutem pelos seus direitos de respeito ao seu corpo, a sua vida... aos seus ideais.
E, aprendam... se há algo errado... é sempre necessário agir no começo!
Não deixem, seja o que for, se te incomoda e incomoda a outros, passar em branco... passar muito tempo!
Sempre, em frente, mulheres!
Bjoka!
The
Às mulheres, lutem pelos seus direitos de respeito ao seu corpo, a sua vida... aos seus ideais.
E, aprendam... se há algo errado... é sempre necessário agir no começo!
Não deixem, seja o que for, se te incomoda e incomoda a outros, passar em branco... passar muito tempo!
Sempre, em frente, mulheres!
Bjoka!
The
sábado, 6 de março de 2010
Meu menino.
Meu menino!
Esse devaneio de ser...
Precisas de mim? Agora?
Recostada em um balanço eu estou e tu chegas de mansinho.
Estás cansado, do dia de trabalho...
Eu te olho, com todo meu amor...
O meu sentimento chega e alcança teus olhos, teu corpo...
E me respondes com teu sorriso maroto.
Teus olhos semisserrados, por causa de teus lábios em ascensão, fitam-me.
Abro meus braços em sentido de acalento e te recebo, enfim.
Tu recostas tuas costas em meu peito.
O balanço de pano em forma de concha cede à força do movimento e começa a badalar...
Tuas costas estão frias, devido, talvez, a um excesso de ceder o qual é particular seu.
Sempre te doa!
Teu tronco acomoda-se no meu... e tua cabeça pende entre meu ombro direito e meu rosto.
No sentido de conectar-me a ti, respiro em teu ritmo, ora lento, ora profundo.
Minha pele aquece tua pele...
Lentamente dos teus ombros desço minhas mãos, que chegam ao encontro das tuas...
Nossos dedos se entrelaçam e sinto que tu tremes...
No instinto de te proteger trago seus braços no sentido do teu tórax.
Reconforto-te em um abraço firme e te digo ao pé do ouvido: "meu bem, calma... fica em paz... eu estou aqui."
Lentamente teu corpo relaxa... encostas tuas pernas nas minhas, as quais já estão nuas...
Sim, pois é tarde da noite... e só estava a tua espera para em um sono e sonho bons entrar.
Depois de algum tempo tu te viras e deitas com o teu peito sobre o meu...
Aproveito o momento para pegar a nossa manta, a qual estava logo ali, aos nossos pés.
Deslizo a manta pelo teu corpo e tu suspiras com resquícios de alívio...
Então, envolve-me em teus braços e ficamos ali.
Sinto teu coração batendo... alinho-me em teu ritmo.
Respiro no contrarritmo...
E depois de um tempo, ouço, longinquamente aos meus ouvidos, tua voz dizendo "eu amo você, pequena!".
Assim, adormeço contigo... nossos corpos se aquecem, tu descansas, recupera-te...
E, por fim, sinto aqui, dentro de mim... a tua alma novamente sorrir.
[reconforta-te em meu ser, meu menino. quero te ver sorrir sempre e a cada momento, preto. inspiração em vida. sinto-me, plena, enfim.]
Esse devaneio de ser...
Precisas de mim? Agora?
Recostada em um balanço eu estou e tu chegas de mansinho.
Estás cansado, do dia de trabalho...
Eu te olho, com todo meu amor...
O meu sentimento chega e alcança teus olhos, teu corpo...
E me respondes com teu sorriso maroto.
Teus olhos semisserrados, por causa de teus lábios em ascensão, fitam-me.
Abro meus braços em sentido de acalento e te recebo, enfim.
Tu recostas tuas costas em meu peito.
O balanço de pano em forma de concha cede à força do movimento e começa a badalar...
Tuas costas estão frias, devido, talvez, a um excesso de ceder o qual é particular seu.
Sempre te doa!
Teu tronco acomoda-se no meu... e tua cabeça pende entre meu ombro direito e meu rosto.
No sentido de conectar-me a ti, respiro em teu ritmo, ora lento, ora profundo.
Minha pele aquece tua pele...
Lentamente dos teus ombros desço minhas mãos, que chegam ao encontro das tuas...
Nossos dedos se entrelaçam e sinto que tu tremes...
No instinto de te proteger trago seus braços no sentido do teu tórax.
Reconforto-te em um abraço firme e te digo ao pé do ouvido: "meu bem, calma... fica em paz... eu estou aqui."
Lentamente teu corpo relaxa... encostas tuas pernas nas minhas, as quais já estão nuas...
Sim, pois é tarde da noite... e só estava a tua espera para em um sono e sonho bons entrar.
Depois de algum tempo tu te viras e deitas com o teu peito sobre o meu...
Aproveito o momento para pegar a nossa manta, a qual estava logo ali, aos nossos pés.
Deslizo a manta pelo teu corpo e tu suspiras com resquícios de alívio...
Então, envolve-me em teus braços e ficamos ali.
Sinto teu coração batendo... alinho-me em teu ritmo.
Respiro no contrarritmo...
E depois de um tempo, ouço, longinquamente aos meus ouvidos, tua voz dizendo "eu amo você, pequena!".
Assim, adormeço contigo... nossos corpos se aquecem, tu descansas, recupera-te...
E, por fim, sinto aqui, dentro de mim... a tua alma novamente sorrir.
[reconforta-te em meu ser, meu menino. quero te ver sorrir sempre e a cada momento, preto. inspiração em vida. sinto-me, plena, enfim.]
sexta-feira, 5 de março de 2010
A Mônica com peitos??
Nem quero imaginar, então, o Cebolinha com pinto!
Na verdade, o título foi a primeira reação quando vi Turma da Mônica Jovem. A segunda surgiu agora, mesmo, para não perder o embalo. Mas, engraçado... tudo para mim em relação a Turma da Mônica Jovem soa estranho! Indago-me se é uma questão de costume.
Como assim o Cascão, agora, toma banho? E a Magali cuida do corpinho! E a Mônica com peitos?? E o Cebolinha com...! Gente, é uma revolução mental que passa pela minha cabeça.
Era tão divertido chegar em casa, rasgar aquele envelope de plástico cinza... e simplesmente devorar as revistinhas da Turminha. Aqui em casa a gente ficava quase sem fôlego, querendo sugar a próxima história! E aqueles passatempos, mó legal fazer...
São tantas as memórias que a Turma me remete!
Lembro que quando pequena - e meus permanentes nos cabelos... uns cachos, que só - estive no Parque da Mônica em São Paulo junto com os meus Pais e minha Mana. Era tão interessante descobrir a magia do desenho animado. Até participamos de uma "cena" com cromaqui, na qual eu me abaixava em uma estrutura de madeira... e na tela parecia que eu entrava em uma caverna! Na época, nem imaginava o que era um cromaqui.
Tudo parecia tão mágico!
Visitei, também, a exposição dos Quadrões pintados pelo Maurício de Souza. Nela tinha uma das estátuas mais lindas da história: "Cebolinha - o pensador!" - risos. Nossa, tudo muito bom.
Tetê Espíndola cantando no filme da Mônica é algo muito presente na memória de minha mãe. Ela cantava na parte de uma sereia, se não me engano, ou a Tetê era a própria sereia - alguma coisa assim.
Enfim, sei que tudo cresce - os filhos crescem, os gatos crescem -, as coisas mudam...
Dizem que quem sabe o jeito é manter a magia dentro do peito e anunciar-se ao novo!
Tá, tudo bem, a gente até faz um esforço... mas, fala sério, Cebolinha com pinto, difícil de aceitar... hahaha...
Na verdade, o título foi a primeira reação quando vi Turma da Mônica Jovem. A segunda surgiu agora, mesmo, para não perder o embalo. Mas, engraçado... tudo para mim em relação a Turma da Mônica Jovem soa estranho! Indago-me se é uma questão de costume.
Como assim o Cascão, agora, toma banho? E a Magali cuida do corpinho! E a Mônica com peitos?? E o Cebolinha com...! Gente, é uma revolução mental que passa pela minha cabeça.
Era tão divertido chegar em casa, rasgar aquele envelope de plástico cinza... e simplesmente devorar as revistinhas da Turminha. Aqui em casa a gente ficava quase sem fôlego, querendo sugar a próxima história! E aqueles passatempos, mó legal fazer...
São tantas as memórias que a Turma me remete!
Lembro que quando pequena - e meus permanentes nos cabelos... uns cachos, que só - estive no Parque da Mônica em São Paulo junto com os meus Pais e minha Mana. Era tão interessante descobrir a magia do desenho animado. Até participamos de uma "cena" com cromaqui, na qual eu me abaixava em uma estrutura de madeira... e na tela parecia que eu entrava em uma caverna! Na época, nem imaginava o que era um cromaqui.
Tudo parecia tão mágico!
Visitei, também, a exposição dos Quadrões pintados pelo Maurício de Souza. Nela tinha uma das estátuas mais lindas da história: "Cebolinha - o pensador!" - risos. Nossa, tudo muito bom.
Tetê Espíndola cantando no filme da Mônica é algo muito presente na memória de minha mãe. Ela cantava na parte de uma sereia, se não me engano, ou a Tetê era a própria sereia - alguma coisa assim.
Enfim, sei que tudo cresce - os filhos crescem, os gatos crescem -, as coisas mudam...
Dizem que quem sabe o jeito é manter a magia dentro do peito e anunciar-se ao novo!
Tá, tudo bem, a gente até faz um esforço... mas, fala sério, Cebolinha com pinto, difícil de aceitar... hahaha...
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