Existe algo singular em minha personalidade que não sei se todo mundo conhece ou percebe... é a arte de ser feliz com coisas simples. Creio que este seja aquele toque infantil sutil em que ponho nos meus atos. Não o infantil no sentido de infantilizado, mas no sentido da inocência.
Fico muito triste quando uma criança cresce, ou quando um adulto deixa de ser criança... jogando, assim, a valorização necessária do processo que é crescer. Quem renega suas raízes não sabe como nasceu.
Quem não sabe como nasceu, não é ninguém. Perde-se da paternidade e maternidade.
Quando o príncipe deixar de ser pequeno, quando ele não quer mais ser pequeno príncipe, é hora de repensar a vida. Porque a inocência e o indagar deve ser inerente à condição de ser. De existir.
"Que é isto?","Que é aquilo".
E assim nos construímos.
Construção de respostas, que nos fazem o que somos.
...Eu? Eu quero ser "pequeno" sempre.
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