sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Quando o príncipe deixa de ser pequeno...

Existe algo singular em minha personalidade que não sei se todo mundo conhece ou percebe... é a arte de ser feliz com coisas simples. Creio que este seja aquele toque infantil sutil em que ponho nos meus atos. Não o infantil no sentido de infantilizado, mas no sentido da inocência.

Fico muito triste quando uma criança cresce, ou quando um adulto deixa de ser criança... jogando, assim, a valorização necessária do processo que é crescer. Quem renega suas raízes não sabe como nasceu.

Quem não sabe como nasceu, não é ninguém. Perde-se da paternidade e maternidade.

Quando o príncipe deixar de ser pequeno, quando ele não quer mais ser pequeno príncipe, é hora de repensar a vida. Porque a inocência e o indagar deve ser inerente à condição de ser. De existir.

"Que é isto?","Que é aquilo".

E assim nos construímos.

Construção de respostas, que nos fazem o que somos.

...Eu? Eu quero ser "pequeno" sempre.