1h51min
Nascerei em 29 minutos...
Uêba!!!
1h59min
Nascerei em 21 minutos...
Ai, tá chegando, tá chegando...!!!
2h04min
Nascerei em 16 minutos...
Ai que meda!!!
2h10min
Nascerei em 10 minutos...
Ui ui ui...! Como será que é lá fora???
2h12min
Nascerei em 8 minutos...
Mas, engraçado... parece que estou uma hora adiantada!? Porque será?
2h15min
Nascerei em 5 minutos...
Poxa, será que faz frio lá em Curitiba? Aqui é tão quentinho...
2h17min
Nascerei em 3 minutos...
Iupi! Vou me ajeitar... vou me ajeitar... posição de Kamikaze!!! Lá vou eu...!
2h19min
Nascerei em 1 minuto...
"Volta!" "Volta!"
Como assim, volta? volta?... Não to entendendo nada...
Que volta, nada!
Alguém pode me arranjar um mapa astral, muitos presentes e um ótimo emprego, por favor?
2h20min
Nasci......!!
"VOLTA!", "VOLTA!","VOLTA, SUA TEIMOSA!"
Ah.........!!!! Agora entendi... desculpe!!! PUTZ, é horário de VERÃO!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Quando o príncipe deixa de ser pequeno...
Existe algo singular em minha personalidade que não sei se todo mundo conhece ou percebe... é a arte de ser feliz com coisas simples. Creio que este seja aquele toque infantil sutil em que ponho nos meus atos. Não o infantil no sentido de infantilizado, mas no sentido da inocência.
Fico muito triste quando uma criança cresce, ou quando um adulto deixa de ser criança... jogando, assim, a valorização necessária do processo que é crescer. Quem renega suas raízes não sabe como nasceu.
Quem não sabe como nasceu, não é ninguém. Perde-se da paternidade e maternidade.
Quando o príncipe deixar de ser pequeno, quando ele não quer mais ser pequeno príncipe, é hora de repensar a vida. Porque a inocência e o indagar deve ser inerente à condição de ser. De existir.
"Que é isto?","Que é aquilo".
E assim nos construímos.
Construção de respostas, que nos fazem o que somos.
...Eu? Eu quero ser "pequeno" sempre.
Fico muito triste quando uma criança cresce, ou quando um adulto deixa de ser criança... jogando, assim, a valorização necessária do processo que é crescer. Quem renega suas raízes não sabe como nasceu.
Quem não sabe como nasceu, não é ninguém. Perde-se da paternidade e maternidade.
Quando o príncipe deixar de ser pequeno, quando ele não quer mais ser pequeno príncipe, é hora de repensar a vida. Porque a inocência e o indagar deve ser inerente à condição de ser. De existir.
"Que é isto?","Que é aquilo".
E assim nos construímos.
Construção de respostas, que nos fazem o que somos.
...Eu? Eu quero ser "pequeno" sempre.
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