quinta-feira, 30 de julho de 2009

Da noite a imaginação.

Há pouco tempo, voltando pela Marechal Deodoro, recordei-me... ao sentir o ar da noite da rua... de um desejo de tempo há tempos: retratar essa cidade, retratar o ar escuro que paira e suas luzes fluviais na escuridão.

A aventura de estar em meio ao nada me fascina. E captar o ar que dele vem.

Sei que esta cidade não está em seu estado natural. As luzes amareladas na Rua XV, que lhe proporcionavam um ar provinciano, europeu, aconchegante, foi invadido por uma luz fria.

Aquele branco é estridente aos meu olhos, causando-me quase um ar de estranheza da minha Curitiba. Quase não reconheço mais a Rua que por tanto tempo passei.

Mas, talvez a luz fria, imposta para evidenciar a o quesito preocupacional de segurança, traga à tona a real cor daqueles prédios monumentalmente históricos do Centro e, assim, eu possa retratar o que é mais real, como de dia.

Sim, a luz do Sol é fria. Sim, de dia tudo é real.

Ah, minhas praças também me encantam. Um dia delas falarei. E sei que, contudo, em algumas o amarelo permanece.

Em certas... existe o real, em outras o imaginário...

E deles pode-se conceber o sonho.

Enfim, uma pitada de loucura.

E com isso lhe proponho a mistura perfeita.

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foto Themis Salem, em 2008, Rua XV.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Literalidades juvenis...

Shhhhh... silêncio. Não, não fales... permeia-te em mim.
Agita meu ser... desfaça-te frente a nós, encanta-me.
Leia minh'alma em pequenos gestos, pois assim sou...
___pequena, mas intensa.
Ih, que fazes, então... com este colo que te recebe,
___sem nada pedir?
E o qual te aconchega, com pequenos mimos e
___literalidades produndas?
Ninfas invadem meu ser, agora, e a água corre dentre os rios,
___para anunciar a tua chegada.
Tu tentas-me com esse voraz ser teu, sedento de
___amor ao poucos e que quero doar.
A cada momento, revivo, reato, refaço as imagens
___as quais me regalastes.
Caça-me, vens, em meio às minhas literalidades juvenis.
Abdução de meu ser, em ti, se foi.
Olhe-me, enfim, constantemente... em teu ritmo, mais uma vez,
___e mais tantas quantas o senhor da roda deixar... ah...
___isso teima em permanecer vivo... a literalidade na criação...
___emoção, comoção... enfim, releva-se como tal...
___e incumbe-te, por mais, deixar-me assim... voraz,
___mais uma vez, sedenta de teu ser.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O que é puro estará anotado...

Não uso muito assistir a CWB TV, "emissora" curitibana. Mas, ontem, lavando louças, acabei por dar de cara, depois do programa da Cartomante, com o programa da Seicho-no-ie Brasil.

Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de ver o programa ou ouvir os ensinamentos deste modo de viver. Mas os fatos versam, pelo que entendi, mas ou menos na ideia de que somos perfeitos por essência e que tudo que não for perfeito, e manifeste-se em nós ou ao nosso redor, é fruto de algum pensamento desarmonioso.

Loucuras, doidices e esquisitices a parte - não que eu discorde, mas não vou dar corda, agora - gostei de um dos pontos falados: a materialização do bem. A visualização do que é bom, do que reluz "Jesus", a Paz, Deus e o Divino.

Masaharu Taniguchi, disse o palestrante da TV, indica em um dos seus livros anotar as dádivas de luz diárias, ou atos divinos que você presencie em prol do próximo ou, melhor, realizado por este.

Assim, ao ver alguém abaixando-se para recolher um lixo jogado ao léu na rua e destinando-o a lixeira: anotar em um caderninho; ao observar um ser ajudando outro a atravessar a rua: anotar o caderninho; ao observar o desabrochar de uma rosa em um jardim qualquer: anotar o fato no caderninho.

Com essa prática, afirma o palestrante, iniciamos um voltar da mente para o positivo e belo da vida... e assim, nossos pensamentos voltam-se para aquilo que é bom e gostoso; boas energias são incorporadas e o ciclo do puro e divino atinge o nosso ser.

Bonito isso... interessante prática a se fazer. Olhar o belo, admirar o que é bom. Isso há de trazer a riqueza para as nossas vidas.

Então, caderninhos à mão, é hora de tentar...

Todo esse relato recaiu em um pensamento que tive há algum tempo, criar um post para sempre complementar com as Boas Ações que faço no dia. Sim, para evidenciar o que é belo e necessário pelo próximo. Até, pela prática direcionada para a constância. Isso mesmo, pois um dia prometi "fazer diariamente uma Boa Ação".

Mas, prestem atenção, é importante não confundir Boa Ação com Obrigação.

Em uma sessão de fisioterapia, versando sobre saúde...

O dia em que os gordinhos resolverem se rebelar, os magrinhos estão fod$#*!?, cara!
[by Gabi Mazzi]

segunda-feira, 13 de julho de 2009