Shhhhh... silêncio. Não, não fales... permeia-te em mim.
Agita meu ser... desfaça-te frente a nós, encanta-me.
Leia minh'alma em pequenos gestos, pois assim sou...
___pequena, mas intensa.
Ih, que fazes, então... com este colo que te recebe,
___sem nada pedir?
E o qual te aconchega, com pequenos mimos e
___literalidades produndas?
Ninfas invadem meu ser, agora, e a água corre dentre os rios,
___para anunciar a tua chegada.
Tu tentas-me com esse voraz ser teu, sedento de
___amor ao poucos e que quero doar.
A cada momento, revivo, reato, refaço as imagens
___as quais me regalastes.
Caça-me, vens, em meio às minhas literalidades juvenis.
Abdução de meu ser, em ti, se foi.
Olhe-me, enfim, constantemente... em teu ritmo, mais uma vez,
___e mais tantas quantas o senhor da roda deixar... ah...
___isso teima em permanecer vivo... a literalidade na criação...
___emoção, comoção... enfim, releva-se como tal...
___e incumbe-te, por mais, deixar-me assim... voraz,
___mais uma vez, sedenta de teu ser.
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