Enquanto você não vem, eu como cream cheese.
Mas na verdade, vontade mesmo eu tenho é de comer você.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
De novo?
Vamos começar de novo?
Você chega e eu te olho...
E deixo minha ansiedade de lado!
Esqueço-me até as coisas boas que eu já vi acontecerem entre nós...
Eu prometo!
Prometo te olhar como a primeira vez!
Meu olhar de criança é curioso mesmo...
Isto já é comum para mim!
Um comum que me habita e que eu amo.
Amo coisas comuns.
Faz-me sonhar com nós dois?
Senta aqui ao meu lado, que eu quero um colo!
Pega na minha mão mais uma vez?
Corre comigo na chuva?
Tenho vontade de cantar com você!
E encantar o mundo, encantar a mim... e a ti.
Quero te chamar para o meu mar, minhas águas, tão fluídas.
Caminho denso e profundo, raso e pueril.
Todo dicotômico. Porém com vida.
Imensa vida que percorre minhas veias, meu interior.
Há vida aqui, a qual pulsa por ti.
Pulsa.
Pulsa.
Pulsa.
Pulsa.
Você chega e eu te olho...
E deixo minha ansiedade de lado!
Esqueço-me até as coisas boas que eu já vi acontecerem entre nós...
Eu prometo!
Prometo te olhar como a primeira vez!
Meu olhar de criança é curioso mesmo...
Isto já é comum para mim!
Um comum que me habita e que eu amo.
Amo coisas comuns.
Faz-me sonhar com nós dois?
Senta aqui ao meu lado, que eu quero um colo!
Pega na minha mão mais uma vez?
Corre comigo na chuva?
Tenho vontade de cantar com você!
E encantar o mundo, encantar a mim... e a ti.
Quero te chamar para o meu mar, minhas águas, tão fluídas.
Caminho denso e profundo, raso e pueril.
Todo dicotômico. Porém com vida.
Imensa vida que percorre minhas veias, meu interior.
Há vida aqui, a qual pulsa por ti.
Pulsa.
Pulsa.
Pulsa.
Pulsa.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Por vezes...
Por vezes a resposta não muito importa, mesmo que propicie algum tipo de dor. O que se quer é ser ouvida, acalentada pelo ato de alguém estar ao seu lado e oferecer a importância de escutar o que se deseja falar. Falar, esta ação constante de compreender a si. Penso em você ainda. Acontece, por vezes, durante um filme ou uma música. E a sua imagem volta. Como uma fotografia estática e um pouco ressecada pelo tempo. Será possível inventar a sensação de conexão? Senti-me conectada a ti. Falei, mas na outra face o silêncio. Um silêncio de abismo profundo, com paredes as quais não geram ecos. Ou geram. Lembranças de você. Não tenho cartas para rasgar. Não tenho filmes para queimar. E se você me contatar, nem saberei mais que é você. Por vezes penso se o que está mudo assim permanecerá. E se houver emissão de sua voz? Se emanar um som de ti... como reagirei? Penso em curvar-me ao som do homem que não conheço, mas para dar passagem. Esperei de ti tudo, menos o vácuo. Este emitir em suspenso é o que me assusta, pois não me propicia a materialização daquilo que deve ser finito. E infinito fica o que pensar. Chega às curvas de onde nem alcanço com meus próprios pés. A resposta pouco importa. Contanto que venha, aprochegue o ser para preenchê-lo. Eu tento. E não consigo significar o silêncio.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Perfil
Agora está engraçado. Eu te procuro em outros homens. Hoje fui almoçar no restaurante de um amigo meu. De repente, logo antes de sair, vi alguém sentando. Bem com seu jeito. Vi a aliança no dedo e pensei: "poxa, será que ele está namorando?". Olhava para meu amigo, olha para o cara sentado na mesa e pensava: "será que é ele?". Até disse "eu acho que conheço aquele cara!". Não era você. Então, comecei a pensar que começo a entender a importância na sua vinda para minha vida, mesmo que não esteja mais aqui: perfil. A busca pelo que desejo para mim. Ele precisa ter uma alma sutil, quem sabe ligado às artes. Precisa encaixar-se bem em meu abraço... de maneira que eu não deseje deixá-lo ir e que possa ficar horas assim. Que seja sincero ao dizer sobre o que ama e ame amar as coisas que o fazem sentir-se vivo. Um pouco poeta, sensível a estímulos, entregue à vida. E que tenha aquela pitada especial de querer estar e ficar. É... quisera eu você desejar que fosse você.
(Joss Stone on rdio - Mind Body & Soul)
(Joss Stone on rdio - Mind Body & Soul)
domingo, 22 de junho de 2014
Minha casa está uma bagunça
Hoje
saí com um cara. Não consegui transar. Não consegui nem beijá-lo. Não sei
se foi a hora em que ele me disse: "quer dizer que hoje você está
bandida!" ou na insistência sutil, mas contundente, de vir para minha
casa. Minha casa está uma bagunça e eu disse a ele não várias vezes. E mesmo
assim quando pedi para que me levasse a algum lugar, o caminho da minha casa
ele fez. Minha casa está uma bagunça, pois por dentro estou uma bagunça.
Senti-me como se... ao continuar ali... violasse algo de terno em mim. Não é
que eu não tive vontade. Até tive. Fiquei com vontade de agradar seus
cabelos e o fiz. Mas as mãos dele... não tinham a delicadeza que eu esperava.
Minha tentativa recai sobre o fato de que parte de mim diz que eu devo seguir,
pois parece que você não vai voltar. E o meu hesitar sobre o fato de que sua
ternura ainda repousa aqui em mim. Assim como a vontade de você. A saudade.
Lembrei-me enquanto neste pouco tempo com que ele estive... de que nós quase não precisamos
falar... e de te receber com um "que bom que você veio!" e de ter que insistir para que você aqui estivesse, pois eu queria e estava tudo bem assim. Quero seu
abraço mais que tudo agora. E quero seu cheiro. Você está em mim mais
profundamente do que imaginei. Eu olhava para aquele homem e pensava: "mas este homem não é ele!". Você. Este ser que, como diz meu amado Chico, "se
instalou feito um posseiro dentro do meu coração".
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