quinta-feira, 12 de junho de 2014
Adeus e enlaces
Já me despedi tantas vezes de você. E você nem sabe. Este tilintar perante ao novo de meu coração tem me deixado um pouco inconstante. Parece que estes sejam atos necessário para o treino do adeus. Interessante o modo como meus adeus não se promovem. A cada momento em que vou dizê-lo, tu retornas. E eu recuo, em prol do aproveitar parte do que esta nova energia me traz. Sinto-me plena ao lembrar de ti, plena com teus singelos chamados de vida, porém, insólita quando olho ao meu redor. Não há presença, há o evocar da memória, das lembranças de tudo que já se foi. Tudo que se foi é o que sou, ou raiz do que me torno, base forte, mas é base, não cresce, perece. Sou mente e corpo também e um corpo que aprende. Latente. Deito na cama e curvo-me e não há o complemento, relento. Feto. Pleno recomeço o que tu me propicias. Pego-me, então, na busca do promover o enlace, o laço, o ato atado. Porém, de mim só minha ponta de fita. E de ti, fitas a mim... sim?
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Meu Buarque...
Você não ficará sem ter alguém que lhe queira. E que lhe
queira além da cama. Homens que gemem é artigo raro por aí. Homens que se
entregam aos arrepios na hora do sexo é coisa incomum. Homens que se apropriam de suas amadas com as mãos do jeito que você faz. Hm. É, certamente alguém
ainda vai lhe laçar. Desejei-lhe como homem, amante, pessoa... desde a primeira
vista e o primeiro abraço. Seu corpo já integrado ao meu, mesmo com roupas, na
frente do prédio. Chamei-lhe, “vem!”... e você veio. Chico. Aquele LP. Ele toca
e eu me lembro de ti... do seu toque nos meus cabelos e do meu colo que lhe
acolheu. Do tempo que levei para sentir seus lábios nos meus. Fomos conhecendo-nos
assim... em lenta cadência, com afagos e isto ainda me encanta. Passos para o
quarto e sua confissão de normalmente não ir para cama em um primeiro encontro.
Quem é você, meu Deus? Quem é você? Que delícia é esta que está ainda livre por
aí sem compromisso com alguém? Meu corpo precisava disto. Minha alma também.
Todo meu ser, sedento de amor. Ali talvez eu tenha visto que não, não há
problema em ir para cama em um primeiro encontro, e que foram todos os outros
que não foram delicados o suficiente para entender o meu universo. E eu desejei
passar a vida inteira ali ao seu lado. A insistência em fazer com que eu atingisse
o ápice do prazer. E eu lhe dizia "não precisa... vem cá!", pois
estava tudo tão bom. Tolices estas considerações de que é só no ápice que a
mulher se deleita. Eu sinto cada momento como pleno da possibilidade de sentir
prazer. O prazer do outro também me toca, rende-me, faz cair-me aos pés deste
alguém. Amo de uma maneira louca e especial sua sensibilidade, seu decoro e
também as suas gotas de voracidade. Amo o fato de ter ficado após o seu prazer.
Amo a lembrança do meu corpo no seu. De me aconchegar no seu peito nu. Na
pergunta: "o que há?", quando por um momento eu parecia ter me desconectado
de ti. E depois que você se foi, fiquei na cama até tarde. Não tomei banho
depois do prazer, pois tudo em mim parecia vestígio do sagrado. E seu cheiro,
impregnado em mim e em meus lençóis, fizeram-me reviver um pouco daquela noite
que se fez e ainda se refaz em mim em tantos momentos só meus. E eu tenho
saudades.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O bom cultivo do "pé de feijão".
[meu presente para um menino que andava muito preocupado com o futuro].
Vou me permitir aqui escrever se forma bem desprendida, tá?... e com do fundo d’alma de te confortar como eu posso por meio das palavras que me vierem a mente, sem muito julgamento... pois sinto que é assim que deve ser.
Sabe que... a vontade que dá é de te chamar de meu menino e te ninar hoje. Vejo em ti uma necessidade de retorno ao ventre, ao lugar quentinho que lhe provia tudo com muito amor... para alimentar-te com vida. E hoje o colo é teu. Permita-se desfrutar dele com aquele sorriso de menino que lhe é peculiar. Não há problema em se encolher como o feto... quase na forma de um feijão.
Lembra-te das aulas na escola e das plantações de feijão? De onde será que vem a força daquele ser? Ahn? Vem “de dentro”, “do centro”, "da força interior”. Lá está o feijão com o casca marrom e como bem poderemos concordar... assim ele é até um pouco sem graça, não? A gente olha, olha... e se ele ficar ali no pote de vidro da cozinha permanecerá igual... sempre igual.
Busca agora na tua memória como “plantávamos” o feijão nas primeiras aulas.
Dou-te um tempo... ou necessitas tu de muito tempo? Pode escolher, pois o tempo é muito relativo.
Se a ti a memória não vem... eu te ajudo: um dos atos com o uso de uma das nossas matérias-primas para plantação consistia, e ainda consiste, no ato de refrescar algo: o algodão. Vamos pensar juntos, agora: se você colocar feijão em cima do algodão seco... o que ocorre? Nada, não é? No máximo um belo elemento decorativo para o quarto dos sonhos. Mas, não precisamos nós só de sonhos... precisamos fazer brotar.
Há um senso comum, meu menino, no qual é exposta o seguinte conceito: “água é vida!”. Já fizeste, então, a conexão? Sim, temos que umedecer nosso algodão... encher de probabilidade de vida, preparar e arar a terra (branca, no nosso caso) para o depósito daquele pequenino ser em potencial. Bastaria, será, deixar o algodão úmido de um lado e o feijão de outro sem a conexão? Não, certamente que não... assim como 2+2 pode ser 22! (risos). Devemos, por bem, juntar o feto-feijão com a terra branca úmida para algum resultado obter.
Volta comigo mais um vez a tua infância e vê este processo que certamente fizeste na escola. Lembra-se dos detalhes? Plantávamos os nossos feijões em um invólucro... quase sempre com a face superior aberta. Se bem me lembro fazíamos isto também em tampas dos potes das guloseimas das quais nos deleitávamos em nossas casas. Mas, temos de concordar que: sempre havia um invólucro! Este recipiente podemos posicionar como "o elemento que promove a possibilidade de interação do ar com a água com o feijão com o algodão"... e mantinha dedicada àquele espaço a existência da água. Um algodão úmido pode deixar a água esvair-se por caminhos não desejados.
E o sol, onde fica nesta história? Sim, além de pote, algodão, água, ar, feijão... o rei sol pressupõe a sua presença extremamente sabida essencial... ele possui em sua sabedoria a capacidade de gerar a interação pontual entre os elementos desta memória que foi gerida na nossa infância. Há uma interdependência sinérgica entre todos estes elementos que: não são vivos, provêm a vida e são a vida em potencial. A variação em excesso ou em falta de um deles pode ocasionar menor ou maior sucesso do nosso objetivo que é: fazer o feijão brotar. Não brota o que não está pronto para nascer. Mas, se não há o estímulo dos elementos necessários no que está pronto... o nascimento não ocorre mesmo que seja repleto de potencialidades.
Agora vamos lembrar do tempo. Dizem os alquimistas que eles conseguem tornar a semente em planta florida a ponto de colheita em um simples ato de intenção. Mas, como aqui ainda somos pequeninos... vamos nos lembrar do tempo que é relativo ao nosso planeta: a quarta dimensão. Mais uma vez lembro a você que o tempo é relativo e ele tem a extensão que nós damos a ele. Não que haja diferença de tamanhos temporais entre os segundos – mas como o percebemos depende do quão focados no relógio nós estamos.
Antes de entramos no quesito do “tempo de brotar” vamos falar no que nosso corpo entende. Nosso corpo entende que temos vida quando o estimulamos com tarefas distintas a cada 2 horas. Fora o tempo de dormir – que deve ser efetivado com o devido respeito individual a você em quantidade temporal – devemos cuidar do nosso dia. A cada duas horas – no máximo - devemos mudar a nossa conduta de estímulo: pensando que quando você ficar grande poderá fazer várias coisas (pois agora você ainda está pequenino e sendo ninado) como cozinhar, andar, ver um filme, arrumar algo... fica fácil preencher o seu tempo e fazer com que seu corpo entenda o recado de que você ainda está em plena e ótima atividade. Pense nisto!
Mas, voltemos ao nosso feijão que pode virar um pé de feijão: não somos alquimistas, então, devemos aceitar a nossa plena capacidade de esperar. Esperar para um menino muito agitado como você pode parecer muito difícil, mas isto só ocorre porque você está de olho no relógio achando que ele vai contar o tempo futuro. Deixa eu te contar um segredo, menino, o relógio só conta o tempo presente! E o presente deve ser recebido tal qual ele é: um PRESENTE.
Quando você, que tem sorriso de menino, recebe um presente bem legal: o que faz!? Pensa no passado? Pensa no futuro? Eu aposto um bubbaloo de morango com você que não... você CURTE O PRESENTE e esquece daquilo que foge de seu controle. Vou te contar outro segredo: o que foge do seu controle é permanente de ato contínuo: ele “foge”, mesmo. O que está em suas mãos? Um belo presente cheio de potencial de vida! Então, curta o presente... pois é como dizem por aí: águas passadas não movem moinhos!
Falando em mover... todo ato de vida pressupõe a existência inerente do movimento e movimento é vida. A ti já tinha vindo à mente até agora as fases do crescimento do nosso feijão em pé de feijão? Puxa da memória da infância os teus desenhos de criança: foram vários, não é? Eu tenho certeza que sim... principalmente se o teu acompanhamento e desenho do crescimento deste brotar foi diário. E quando o acompanhamento é diário e fazemos desenhos a cada momento distinto: o que nos resta ao fim é um belo e grande livro para colorir.
Veja bem... pensemos juntos, então: se tu fizeres a proposta de curtires o crescimento do pé de feijão com pleno afinco em momento presente... quando o presente tornar-se passado lá estará aplicada sua energia de atenção e se há o propósito de curtir o presente como a real vida que acontece agora... inexistirá necessidade de pré-ocupação com o futuro... pois ele já estará garantido a ser recebido como um verdadeiro “presente”.
Você, meu pequeno menino, precisa compreender que os momentos para chegar em sua máxima, ideal e boa concretização... tempo tomam. E sobre o futuro tu não tens domínio! O mesmo ocorre quanto ao passado: ele já passou! Você só possui o poder de transformação no AGORA. E o AGORA é AGORA, é HOJE, NESTE SEGUNDO... e não no final do mês quando chegariam os trabalhos e provas para ser resolvidas em classe.
Então, claro que visando um futuro, você deve se perguntar: o que pode fazer neste segundo? E, ainda, você deve receber os momentos com um pergunta colada a eles: “o que preciso aprender com isto neste momento?”.
Eu te nino como posso... e te conforto do jeito me propiciado. E há um bom menino de sorriso especial... eu peço: crie o ambiente mais bonito para plantar seus feijões, pense no equilíbrio necessário para potencializar o surgir e brotar das sementes... alimente-as com o Rei Sol... mime-se, aceite-se... e, quando precisar, peça colo dos que lhe amam. Não há algo demais em pedir auxílio e luz dos que lhe querem bem.
Você, meu menino (se assim permite que eu lhe chame), terá sempre braços abertos dos que lhe apreciam... pois sua luz de menino é grande “um tantão assim”.
(texto inspirado em bons desejos de energia – das 03:00 às 04:28 do dia 25/09/2011)
Vou me permitir aqui escrever se forma bem desprendida, tá?... e com do fundo d’alma de te confortar como eu posso por meio das palavras que me vierem a mente, sem muito julgamento... pois sinto que é assim que deve ser.
Sabe que... a vontade que dá é de te chamar de meu menino e te ninar hoje. Vejo em ti uma necessidade de retorno ao ventre, ao lugar quentinho que lhe provia tudo com muito amor... para alimentar-te com vida. E hoje o colo é teu. Permita-se desfrutar dele com aquele sorriso de menino que lhe é peculiar. Não há problema em se encolher como o feto... quase na forma de um feijão.
Lembra-te das aulas na escola e das plantações de feijão? De onde será que vem a força daquele ser? Ahn? Vem “de dentro”, “do centro”, "da força interior”. Lá está o feijão com o casca marrom e como bem poderemos concordar... assim ele é até um pouco sem graça, não? A gente olha, olha... e se ele ficar ali no pote de vidro da cozinha permanecerá igual... sempre igual.
Busca agora na tua memória como “plantávamos” o feijão nas primeiras aulas.
Dou-te um tempo... ou necessitas tu de muito tempo? Pode escolher, pois o tempo é muito relativo.
Se a ti a memória não vem... eu te ajudo: um dos atos com o uso de uma das nossas matérias-primas para plantação consistia, e ainda consiste, no ato de refrescar algo: o algodão. Vamos pensar juntos, agora: se você colocar feijão em cima do algodão seco... o que ocorre? Nada, não é? No máximo um belo elemento decorativo para o quarto dos sonhos. Mas, não precisamos nós só de sonhos... precisamos fazer brotar.
Há um senso comum, meu menino, no qual é exposta o seguinte conceito: “água é vida!”. Já fizeste, então, a conexão? Sim, temos que umedecer nosso algodão... encher de probabilidade de vida, preparar e arar a terra (branca, no nosso caso) para o depósito daquele pequenino ser em potencial. Bastaria, será, deixar o algodão úmido de um lado e o feijão de outro sem a conexão? Não, certamente que não... assim como 2+2 pode ser 22! (risos). Devemos, por bem, juntar o feto-feijão com a terra branca úmida para algum resultado obter.
Volta comigo mais um vez a tua infância e vê este processo que certamente fizeste na escola. Lembra-se dos detalhes? Plantávamos os nossos feijões em um invólucro... quase sempre com a face superior aberta. Se bem me lembro fazíamos isto também em tampas dos potes das guloseimas das quais nos deleitávamos em nossas casas. Mas, temos de concordar que: sempre havia um invólucro! Este recipiente podemos posicionar como "o elemento que promove a possibilidade de interação do ar com a água com o feijão com o algodão"... e mantinha dedicada àquele espaço a existência da água. Um algodão úmido pode deixar a água esvair-se por caminhos não desejados.
E o sol, onde fica nesta história? Sim, além de pote, algodão, água, ar, feijão... o rei sol pressupõe a sua presença extremamente sabida essencial... ele possui em sua sabedoria a capacidade de gerar a interação pontual entre os elementos desta memória que foi gerida na nossa infância. Há uma interdependência sinérgica entre todos estes elementos que: não são vivos, provêm a vida e são a vida em potencial. A variação em excesso ou em falta de um deles pode ocasionar menor ou maior sucesso do nosso objetivo que é: fazer o feijão brotar. Não brota o que não está pronto para nascer. Mas, se não há o estímulo dos elementos necessários no que está pronto... o nascimento não ocorre mesmo que seja repleto de potencialidades.
Agora vamos lembrar do tempo. Dizem os alquimistas que eles conseguem tornar a semente em planta florida a ponto de colheita em um simples ato de intenção. Mas, como aqui ainda somos pequeninos... vamos nos lembrar do tempo que é relativo ao nosso planeta: a quarta dimensão. Mais uma vez lembro a você que o tempo é relativo e ele tem a extensão que nós damos a ele. Não que haja diferença de tamanhos temporais entre os segundos – mas como o percebemos depende do quão focados no relógio nós estamos.
Antes de entramos no quesito do “tempo de brotar” vamos falar no que nosso corpo entende. Nosso corpo entende que temos vida quando o estimulamos com tarefas distintas a cada 2 horas. Fora o tempo de dormir – que deve ser efetivado com o devido respeito individual a você em quantidade temporal – devemos cuidar do nosso dia. A cada duas horas – no máximo - devemos mudar a nossa conduta de estímulo: pensando que quando você ficar grande poderá fazer várias coisas (pois agora você ainda está pequenino e sendo ninado) como cozinhar, andar, ver um filme, arrumar algo... fica fácil preencher o seu tempo e fazer com que seu corpo entenda o recado de que você ainda está em plena e ótima atividade. Pense nisto!
Mas, voltemos ao nosso feijão que pode virar um pé de feijão: não somos alquimistas, então, devemos aceitar a nossa plena capacidade de esperar. Esperar para um menino muito agitado como você pode parecer muito difícil, mas isto só ocorre porque você está de olho no relógio achando que ele vai contar o tempo futuro. Deixa eu te contar um segredo, menino, o relógio só conta o tempo presente! E o presente deve ser recebido tal qual ele é: um PRESENTE.
Quando você, que tem sorriso de menino, recebe um presente bem legal: o que faz!? Pensa no passado? Pensa no futuro? Eu aposto um bubbaloo de morango com você que não... você CURTE O PRESENTE e esquece daquilo que foge de seu controle. Vou te contar outro segredo: o que foge do seu controle é permanente de ato contínuo: ele “foge”, mesmo. O que está em suas mãos? Um belo presente cheio de potencial de vida! Então, curta o presente... pois é como dizem por aí: águas passadas não movem moinhos!
Falando em mover... todo ato de vida pressupõe a existência inerente do movimento e movimento é vida. A ti já tinha vindo à mente até agora as fases do crescimento do nosso feijão em pé de feijão? Puxa da memória da infância os teus desenhos de criança: foram vários, não é? Eu tenho certeza que sim... principalmente se o teu acompanhamento e desenho do crescimento deste brotar foi diário. E quando o acompanhamento é diário e fazemos desenhos a cada momento distinto: o que nos resta ao fim é um belo e grande livro para colorir.
Veja bem... pensemos juntos, então: se tu fizeres a proposta de curtires o crescimento do pé de feijão com pleno afinco em momento presente... quando o presente tornar-se passado lá estará aplicada sua energia de atenção e se há o propósito de curtir o presente como a real vida que acontece agora... inexistirá necessidade de pré-ocupação com o futuro... pois ele já estará garantido a ser recebido como um verdadeiro “presente”.
Você, meu pequeno menino, precisa compreender que os momentos para chegar em sua máxima, ideal e boa concretização... tempo tomam. E sobre o futuro tu não tens domínio! O mesmo ocorre quanto ao passado: ele já passou! Você só possui o poder de transformação no AGORA. E o AGORA é AGORA, é HOJE, NESTE SEGUNDO... e não no final do mês quando chegariam os trabalhos e provas para ser resolvidas em classe.
Então, claro que visando um futuro, você deve se perguntar: o que pode fazer neste segundo? E, ainda, você deve receber os momentos com um pergunta colada a eles: “o que preciso aprender com isto neste momento?”.
Eu te nino como posso... e te conforto do jeito me propiciado. E há um bom menino de sorriso especial... eu peço: crie o ambiente mais bonito para plantar seus feijões, pense no equilíbrio necessário para potencializar o surgir e brotar das sementes... alimente-as com o Rei Sol... mime-se, aceite-se... e, quando precisar, peça colo dos que lhe amam. Não há algo demais em pedir auxílio e luz dos que lhe querem bem.
Você, meu menino (se assim permite que eu lhe chame), terá sempre braços abertos dos que lhe apreciam... pois sua luz de menino é grande “um tantão assim”.
(texto inspirado em bons desejos de energia – das 03:00 às 04:28 do dia 25/09/2011)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Visions of Mi
Em muitos momentos me encontro assim no carro. Despojo-me da devida atenção ao volante de maneira um pouco displicente e recosto meu braço esquerdo no vidro da janela. Coisas que só eu sei que faço.
Naqueles meros segundos que tradicionalmente são vividos em sinais de tráfego vermelho eu me ponho a pensar e sonhar. Por vezes o passado invade meus pensamentos e passo a conversar com os personagens que fizeram parte da minha vida. Por outras projeto pensamentos em um futuro por muitas vezes longínquo sem trégua.
Há voltas que me pego a pensar se um outro alguém olharia e me perguntaria "está tudo bem com você?".
[...]. Sereia do mar. É nítida a sensação do encanto obtido que sempre morre em mim. [...].
Recosto-me, assim, em um ato de preguiça e entrega. [...]
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
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