E foi assim, em um ato inusitado de nós dois.
Plim! E você apareceu... dentre os passos mais serenos que podiam se ouvir.
No sonho, você defronte a mim... em pleno espaço atemporal.
Pois, nós somos assim.
Do combinado, ao realizado encontro no exato silêncio.
Nosso corpos não recaem na imensidão do esquecimento.
Tudo inexiste e tilinta em um ritmo frenético de encontro.
Vem, danças ti também...
Plim, plim, pli... ti-lin-ta...
Ti-linta.
Tilin-ta.
Plim...
Os sinos são os dedos que se tocam e iluminam os ouvidos a piar.
Voa, grande pássaro... embarca aqui...
Entrega-me na canção...
Rola-me... e passa aqui. Aqui, ali... frente a tudo que não se esvai...
Pshhhhhh...
Shhhh... uuuuuuuuuuu... o vento faz.
Balança-me em teu berço no encontro de eus.
Enfim, nós, aqui, novamente, de forma não displicente...
Encantamo-nos com nossos olhos.
Tilinta, no branco dos olhos teus...
E leva-me... em teus braços... enfim.
Fim.
Para um novo começar.
[inspiração após assistir Amor Além da Vida, com a hermana. "Agradeço por ter de encontrado aqui!". o escrito fala se um amor meu, já escrito e a espera do novo reconhecimento de nós dois.]
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